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OS ANARQUISTAS

Mauro é jornalista, corintiano, 71 anos. Estudou arte, ciências sociais e foi revolucionário no Chile. Amigo de Henfill, foi assessor da ONU e colabora com ONGs brasileiras de direitos humanos.

O time dos anarquistas: 100 anos de ódio e resistência (Mauro Carrara)

Há exatos 100 anos, um grupo de operários do bairro do Bom Retiro, em São Paulo, praticou um ato de “desobediência civil”.

À luz de um lampião, na rua, os insurretos decidiram criar um time de futebol do povo e para o povo.

Atrevidos, decidiram que a nova agremiação não deveria se contentar com a várzea.

 O plano era formar um esquadrão para enfrentar, de igual para igual, os clubes da fechada elite paulistana.

Ousados, já meteram a mão em foices para abrir uma cancha num terreno baldio, pertencente a um lenheiro do bairro.

 E, no primeiro jogo, contra o União Lapa, saíram em passeata até o palco da contenda.

Mas como passeata? Passeata, sim senhor, porque essa gente era sobretudo anarquista, com a graça do bom Deus.

 O primeiro presidente do clube, o ítalo-brasileiro Miguel Battaglia, por exemplo, tivera contanto com o anarcossindicalismo ao prestar serviços para a Light.

É dele a frase cândida, mas também desafiadora, que guia a nação alvinegra até hoje: “Este é o time do povo, e é o povo que vai fazer o time”.

 Essa turminha do barulho lia o jornal anarquista de Gigi Damiani, o La Battaglia, que exortava os trabalhadores a fundarem suas próprias escolas e agremiações esportivas.

 O time dos anarquistas não tinha bagunça. Cada um sabia das suas atribuições. Cada um assumia uma responsabilidade, conforme o que se aprendera de Bakunin e Malatesta.

E assim se estruturou. Em 1913, os meninos bons de bola conquistam o direito de participar da divisão principal do futebol paulista.

 Ao mesmo tempo, o Paulistano e a A. A. das Palmeiras (nada a ver com o atual Palmeiras), enojados do cheiro do povo, se retiraram da liga e resolveram disputar um torneio paralelo.

Começava ali uma história de ódio.

A imprensa questionava a presença de um time de iletrados no mundo do chiquérrimo futebol, um jogo inventando por lordes ingleses.

 Quanta petulância!

E para acirrar ainda mais os ânimos, o time dos anarquistas admitia gente de todos os tipos.

Logo agregava os negros, os mulatos, os caboclos e outros filhos da terra.

Mais um pouco e atraía também os outros segregados, polacos, libaneses, alemães, sírios, japoneses e gregos, gente que somente se entendia na alegria de torcer pelo Corinthians.

Imaginem o escândalo: um time de anarquistas, pretos, imigrantes e boêmios invadindo as elegantes festas do Velódromo.

Se o Corinthians ainda existe é por conta da brava resistência ao preconceito.

Tudo lhe foi sempre negado ou dificultado.

A mídia paulistana sutilmente construiu um estereótipo desabonador do corinthiano: é o ladrão, favelado, sem modos, sujo e vagabundo.

E mesmo criminalizado o Corinthians sobreviveu, e se fortaleceu.

E fortaleceu-se por qual motivo? Justamente porque sempre se cria um espírito de resistência solidária entre os oprimidos, ofendidos e injustiçados.

Passaram-se 100 anos, e nada mudou.

O Corinthians continua sendo alvo preferencial da mídia monopolista.

Se o grande São Paulo Futebol Clube recebe um financiamento do BNDES não há nada de errado. É a ordem natural das coisas.

Ora, mas se o banco vai financiar a “pretalhada”, os “gambás”, aí é uma vergonha.

 Se a ordem é investir dinheiro público no rico bairro do Morumbi, a imprensa sorri de orelha a orelha.

Mas se a grana toma o rumo de Itaquera, na esfolada Zona Leste, já vira um caso de polícia. Estadão, Folha, Abril, Globo, ESPN, entre outras organizações midiáticas aproveitaram para criminalizar mais uma vez a paixão de Lula pelo time do povo. Está aí um prato cheio para colunistas políticos travestidos de colunistas esportivos: juntou o time dos anarquistas, do populacho, com o operário nordestino que se meteu a ser presidente… Ai, não dá, né? Ainda mais quando ambos, o time e o presidente apresentam atributos que encantam o povo e, logicamente, o eleitorado. Aqui, no Brás, os fogos espoucaram durante toda a madrugada. Subiam dos quintais de cortiços, das janelas de apartamentos minúsculos, de ruelas esquecidas e escuras, dos lugares onde o povo do Brasil ainda resiste, invisivelmente. Ahhh… Quanto ódio, meu Corinthians, mas quanta amorosa resistência! Parabéns pra você!

 



Escrito por Lab.historia às 22h44
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TEXTO (MODELO)

a ser copiado e colado no corpo da mensagem que você irá enviar para os endereços que seguem.

 

Colocar no Assunto o seguinte:

Pela Imediata Liberdade da Cacique Tupinambá Valdelice – Jamopoty de Olivença-Ilhéus-Bahia

Eu, Carlos José Ferreira dos Santos (coloque seu nome no lugar do meu)Professor da Universidade Estadual de Santa Cruz-UEC, Doutor em História pela FAU-USP (coloque sua profissão, área de atuação, entidade que é diretor, formação, etnia, povo etc), por acreditar que a continuidade da prisão e das acusações feitas à Cacique Tupinambá Valdelice – Jamopoty de Olivença-Ilhéus-Bahia (reconhecida e legítima liderança Tupinambá) são ações injustas. Portanto, sou a favor da:

- imediata liberdade da Cacique Valdelice;

- o fim das acusações arbitrárias contra ela e toda a comunidade Tupinambá;

- um basta à violência que sofrem aqueles e todos índios;

- e a imediata legalização do território Tupinambá em Olivença e região, reconhecido pela FUNAI em 2009 (“Relatório Circunstanciado de Delimitação da Terra Indígena Tupinambá de Olivença” - DOU em 20 de abril de 2009)

Atenciosamente,

 

Carlos José Ferreira dos Santos

(coloque seu nome no lugar do meu)

 

Lista de endereços para ser enviado o texto

faleconosco@sjcdh.ba.gov.brcomunicacao.funai@gmail.compfdc@pgr.mpf.gov.brfunaisuldabahia@gmail.comanai@anai.org.brfale@oabilheus.org.brfale@oabitabuna.org.br;atendimento@oab-ba.org.brouvidoria@oab.org.br;

Nome das Entidades e Órgãos para quais estamos enviando o texto:

Secretaria Estadual de Justiça da Bahia, Cidadania e Direitos Humanos da Bahia; Funai; Procuradoria Federal dos Direitos do Cidadão do Ministério Público Federal; FUNAI –Sul da Bahia; ANAI - Associação Nacional de Ação Indigenista; OAB-Ilhéus; OAB-Itabuna; OAB-Bahia; OAB-Conselho Federal;

OBS: caso alguém saiba de outra entidade ou órgão, por favor, envie.



Escrito por Lab.historia às 23h19
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Por isto não podemos nos calar e aceitar a prisão da Cacique Valdelice. Fazemos nossas as palavras que estão no sítio Índios Online:

O Estado Brasileiro tem uma dívida histórica com os Povos Indígenas, é preciso mais que urgente que todos os cidadãos brasileiros somem forças para cobrar que esta dívida seja definitivamente paga com a demarcação dos Territórios Tradicionais. É por causa dessa inércia do Estado que somos obrigados a fazer por nossa conta e risco a auto-demarcação de nossos Territórios Tradicionais. Nós Indígenas não somos invasores de terras. Quando o Brasil foi invadido pelos portugueses, aqui já existiam os hoje chamados indígenas. Nossos ancestrais já habitavam este território chamado Brasil.”

A Cacique Tupinambá Valdelice – Jamopoty (retomada Itapuã em Olivença – Ilhéus-Sul da Bahia) foi presa no dia 03/02/2011. Parece mesmo que a situação não muda quando envolve os direitos indígenas. Mais um ato de arbitrariedade, intolerância e racismo que sofrem os Tupinambá de Olivença. Acusam a Cacique dos “crimes” de: “Esbulho Possessório ( art. 161 §2º,II CP), Formação de Quadrilha ou Bando (art. 288 CP)  e Exercício arbitrário das próprias razões (art. 345 CP)”. Ainda é assim que os índios, ao lutarem por seus direitos, são tratados.

Hoje ser um líder de um Povo é ser criminoso. Retomar nosso Território Tradicional visto o Estado não cumprir com seu compromisso virou esbulho possessório, agir coletivamente (marco tradicional de todos os povos indígenas) virou formação de quadrilha e lutar por nossos direitos negados pelo Estado Brasileiro virou exercício arbitrário das próprias razões… somos um povo, um povo guerreiro… temos nossa tradição e nossa forma diferenciada de ser e agir e queremos ser respeitados como tais” (http://www.indiosonline.org.br/novo/cacique-maria-valdelice-presa-injustamente/comment-page-1/#comment-15881).

Porém, nada disto é novo. A história da luta do povo Tupinambá por suas terras e tradições, como dos índios brasileiros, advém da chegada dos portugueses ao Brasil em 1500. Os Tupinambá foram historicamente perseguidos. É comum ouvir e ler que este povo não existe mais. Talvez esta visão ocorra por causa da violência que sofreu este povo ao longo do tempo e porque muitos não acreditam na força da resistência Tupinambá. No entanto, estes índios, mesmo com as tentativas de extermínio e, em alguns casos, com a miscigenação (isto não significa que deixaram de ser índio) continuaram a existir através de diferentes formas de vivências e não abandonaram o seu território. Resistiram aos portugueses, ao pod er dos grandes proprietários e a atuação do Estado.Um exemplo neste sentido foi a chamada “revolta de caboclo Marcelino”, entre as décadas de 1920-1930, contra o processo de espoliação. Es ta revolta foi “levada a cabo por um grupo de índios liderado pelo caboclo Marcelino. Os índios que viviam no interior, na mata e nas serras acolheram e protegeram este grupo da perseguição policial e acabaram sofrendo violências para que denunciassem seu esconderijo” (veja: http://pib.socioambiental.org/pt/povo/tupinamba/2202).

Na década de 1980 novamente a resistência Tupinambá ganha maior visibilidade. Numa publicação feita por professores indígenas da região (“Memória Viva dos Tupinambá de Olivença”) a década de 1980 é apresentada como “Reinício da Resistência dos Tupinambá”. Isto ocorreu quando da “visita de duas lideranças, Manoel Liberato de Jesus e Alício Francisco do Amaral à Brasília para reivindicar o direito à terra”. Pensamos que esta resistência indígena foi um dos elementos fundamentais no processo de reconhecimento (2002) e demarcação proposta pelo relatório oficial da Funai denominado como: “Relatório Circunstanciado de Delimitação da Terra Indígena Tupinambá de Olivença”, cujo o resumo foi publicad o no DOU em 20 de abril de 2009.

Após este relatório aumentou a situação de difamação, perseguição e repressão sobre os índios. No ano passado foram presos o Cacique Babau e seus irmãos Givaldo e Glicélia, agora foi a Cacique Maria Valdelice (Jamopoty). Entendemos que isto ocorre em grande parte pela pressão daqueles que são contrários a demarcação. A título de demonstração, após alguns meses da publicação do relatório da Funai (20 de abril de 2009), os que se denominam como representantes dos “pequenos produtores” em Olivença apresentaram um manifesto, em 05 de julho de 2009, contrário à demarcação e visando recorrer à Justiça. O manifesto tem por objetivo solicitar às aut oridades “a nulidade do relatório de demarcação” emitido pela Funai, com o argumento de que “não existe literatura indicando a presença dos Tupinambá na região”. Argumentação falha porque uma demarcação não deveria se basear somente na exis tência ou não de uma literatura e sim, principalmente, no auto-reconhecimento e no levantamento realizado pelos pesquisadores que reconheceram aqueles índios como Tupinambá e seu direito à suas terras. Na falta de argumentação dos que são contrários à demarcação resta a difamação e perseguição. Na mesma direção, acreditamos que a forma como o estado, a polícia federal e a “justiça” estão atuando aumenta a situação de conflito e, de certa forma, favorece os interesses dos que são contrários a demarcação, demonstrando sua parcialidade.

Exigimos: liberdade imediata da Cacique Valdelice; o fim das acusações arbitrárias contra ela e toda a comunidade Tupinambá; um basta à violência que sofrem aqueles e todos índios; e a imediata legalização da território Tupinambá em Olivença e região - já reconhecido pela FUNAI.

 

Por isto solicitamos que você envie o texto abaixo (copiar e colar no corpo de outra mensagem) para os endereços que seguem. Contamos com você e, por favor, divulgue.

Carlos José Ferreira dos Santos

(Morador de Olivença - Professor da Universidade Estadual de Santa Cruz)

 

“É Tupã no céu e o índio na terra; embora vê quem pode mais”

http://www.youtube.com/watch?v=l3K3llr9jTM&feature=related

Índios Online

http://www.indiosonline.org.br/novo/cacique-maria-valdelice-presa-injustamente/comment-page-1/#comment-15881




Escrito por Lab.historia às 23h18
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E a memória onde esta?

 

Olá; primeiramente queria que este post viesse com o intuito de transmitir uma boa noticia, referente ao Ato Público que estava marcado pra o último sabado dia 06/10 mas infelizmente não venho com boas noticias e sim com revolta (mesmo esta palavra tendo uma conotação muito forte, não encontro palavra melhor e mais adequada para designar a raiva o acontecido do dia 06/11).

Na madrugada de quinta dia 04 para sexta dia 05, ocorreu a demolição da Casa de Saraceni; e aqui explica o motivo de tamanha revolta, revolta, por desrespeito a uma memória, a história de um povo, em busca de interresses particulares; afinal memória popular e história social não se leva em consideração pois povo não tem direito a ter uma história; a população o unico direito que tem é de obdecer as elites, cumprir suas leis sob rédeas curtas.

Este texto pode até estar extremista nas opiniões aqui contidas e confesso neste momento não estou fazendo exatamente o que um Históriador deve fazer, se manter imparcial com os fatos. Mas não consigo; pois nasci nessa cidade como creio que muitos que leêm este blog também são frutos de Guarulhos, morei aqui a vida inteira, para ver a minha memória e do meu povo ser ignorada assim. Peço que perdoem o deslize desta que vós escreve, pois o que me move é a tristeza de chegar ao local e ver o vazio que restou, o vazio da lembrança apenas.

E devo avisar caros colegas, qua vai ter uma audiência pública na camêra de Guarulhos para exigir explicações, pois não se acaba com uma história assim, sem antes o consentimento de seus donos, neste caso a população guarulhense.

Devo lembrar mais uma vez que a casa era protegida pela lei de tombamento municipal e em julho esta lei foi votada na camêra e revogada em uma votação onde 25 dos 30 deputados que participaram deste, votaram a favor da retirada da lei de proteção a Casa de Saraceni, e digo mais meus amigos deixo agora o nome do nosso excelentíssimo vereador autor do projeto de lei que era a favor do destombamento; o Vereador Geraldo Celestino (PSDB) (olha, por que, será que ao ver o partido pertecente deste inviduo ja inspira desconfianças quando se trata de interresses populares?); caros amigos gravem o nome deste senhor, pois tenho certeza que ainda veremos muito este nome nas eleições da nossa cidade e, creio que ele acreditou que pode apagar uma memória, mas a nossa memória ele não apaga e não vamos esquecer este ato.

Não ainda informações de dia que acontecerá à audiencia pública, mas assim que souber melhor e de mais detalhes informarei aqui. E afirmo desde já que conto com a presença de todos os colegas do curso, que estão em busca de se tornarem historiadores, pois esta é a função de um historiador, lembrar, preservar, ae lutar pela nossa história; então começamos desde de já.

Vou deixar a Baixo alguns links que encontrei que trata sobre o assunto:

http://www.dgnews.com.br/beta10/f?p=181:4:4327583674081812::NO:4:P4_ID,P4_PALAVRAS:18493,Por%2025%20x%205%20votos,%20tombamento%20do%20Casar%C3%A3o%20dos%20Saraceni%20%C3%A9%20revogado

http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20101106/not_imp635416,0.php

http://www.guarulhosweb.com.br/noticia.php?nr=36919

www.cotidianoguarulhense.wordpress.com

 

E aqui me despeço, aluna do 3° ano de História da Faculdade, a filha do solo desta cidade.

Aline Cardoso

(qualquer informação ou duvida e quiserem entrar em contato comigo deixo aqui meu e-mail: aline_cardoso18@yahoo.com.br ou alinecardosohistoria@gmail.com )

 



Escrito por Lab.historia às 22h26
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sábado, 6 de novembro · 16:00 - 18:00

Indignados com a resolução equivocada por parte dos técnicos do conselho municipal e do poder público, nós cidadãos preocupados com o direito a memória de Guarulhos, resolvemos exigir respeito a história de Guarulhos, vamos nos concentrar em frente a Casa Saraceni no dia 06.11.2010 às 16:00 para reivindicar a NÃO DEMOLIÇÃO DA CASA SARACENI. Todos podem participar. VAMOS MANTER A HISTÓRIA DE GUARULHOS EM PÉ!!!!!!!!!!!!!

Mais informações da História desta casa para nossa cidade, e sua importância para a fundamentação da nossa cidade e sua projeção como polo industrial do estado de São Paulo no arquivo abaixo:


Prezados Conselheiros,

 

Tendo em vista a última reunião em que ficou decidida a anulação do tombamento da Casa Saraceni baseado no laudo do arquiteto Carlos Augusto Mattei Faggin (conselheiro relator do processo de tombamento Condephaat de nº 36.035 gostaríamos de nos manifestar no sentido de elucidar algumas questões do supracitado bem:

1 – Antes de qualquer discussão ser posta em pauta, deveria ter sido aprovado o regimento do Conselho. Tendo em vista que tal documento não foi aprovado, vale ressaltar que qualquer que seja a decisão sobre a Casa Saraceni, ela não é deliberativa, pois não há documento que assim a defina. Neste caso, é importante lembrar que o Conselho NÃO TEM A PALAVRA FINAL SOBRE O CASO.

2 – Não se tomba um bem apenas por suas características arquitetônicas. Quando se discute a importância de certo patrimônio para uma sociedade, não se leva em consideração apenas a característica estética ou o estilo arquitetônico, a que pertence o bem. A importância histórica, o fato do bem representar um período significante da existência dessa sociedade, são pontos fundamentais, ultrapassando os limites de estilos arquitetônicos a que o bem pertence, ou não.

3 – O Conselho Municipal não pode decidir baseando-se no parecer de um conselheiro do patrimônio histórico estadual, isto seria tamanha falta de elementos técnicos e falta de conhecimento da legislação que rege o patrimônio. É bem verdade que a Casa Saraceni não tem relevância para ser tombada pelo governo estadual, mas o mesmo não ocorre com o governo municipal. As três instâncias de tombamento (federal, estadual e municipal) existem exatamente para dar conta das diferenças e peculiaridades culturais das sociedades envolvidas. Sendo assim, a Casa Saraceni não é relevante para o Estado, mas o é para o Município.

4 – A Casa Saraceni é um dos únicos exemplares ainda preservados de edificações da primeira metade do século XX em Guarulhos. Seria muito contraditório, para não dizer estúpido, que um conselho de patrimônio aprovasse a demolição da história da cidade às vésperas das comemorações dos 450 anos. Se é para apagar todos os registros da História Guarulhense, então não comemoremos 450 anos. Apenas 50 seria o mais indicado.

 

Proponho que os senhores considerem os argumentos supra apresentados e convoquem nova discussão.


 CASA SARACENI: marco do pioneirismo industrial em Guarulhos

No final do século XIX José Saraceni imigra da Itália junto como muitos outros conterrâneos, o destino escolhido por Saraceni: o Brasil.

 Saraceni se instala em São Paulo, um de seus primeiros trabalhos consistia na fabricação de artigos de couro, consta que sua primeira fabriqueta localizava-se a Av. Tiradentes, em São Paulo.

Em fins da década de 1910 Saraceni adquiri uma chácara à beira do caminho entre a Penha e Guarulhos e em meados de 1920 inicia a construção da casa da família e transfere suas atividades para a nova residência e inaugura uma das primeiras fábricas de Guarulhos.

Saraceni instala a fábrica de polainas, sandálias e artigos de couro, que se constituiu como pioneira no Município. Inicialmente funcionando no porão, passaria a um prédio próprio dentro da própria chácara, ao longo tempo constroem-se novas edificações, casas de operários e até mesmo uma escola para os filhos dos trabalhadores da fábrica.

As vilas operárias baseavam-se em uma proposta de integração da organização à sociedade e que resultou em estreitamento das relações sociais estabelecidos no início do processo de industrialização do Brasil – final do século XIX e princípio do século XX – ocorreu através da criação das Vilas Operárias, aglomerados urbanos que se compunham basicamente das famílias dos operários e que se situavam no entorno das empresas (silva, 2004).

“... tendo ao lado, a vila de onze casas modestas, mas confortáveis, que construiu para residência dos operários e suas famílias, sem cobrança de aluguel, com fornecimento gratuito de luz, água, leite, frutas e verduras. Construiu, inclusive, uma escolinha com duas classes, posteriormente entregues ao Município[1] (...)”.

 A Chácara Saraceni foi vendida em 1973 à Olivetti e a casas dos operários foram demolidas, desse período, permanece no local a residência da Família Saraceni, tombada pelo Município através do Decreto 21.143/00, após uma tentativa de demolição por parte de seus novos proprietários.

A área do Sítio foi vendido a Olivetti na década de 1950:

“(...) com a venda da chácara à Olivetti, que nella vai instalar poderosa indústria eletrônica, com incalculável alcance social, gerando mais empregos, mais renda tributária, e, consequentemente, mais progresso para o nosso amado Guarulhos. Organização modelar e poderosa, nascida da inspiração genial do inesquecível engenheiro Camilo Olivetti, de âmbito e repercussão mundial, pelas inúmeras indústrias que possui em várias nações, a Olivetti, erigindo a grande indústria eletrônica ali, vai converter a chácara que já era tradição histórica de trabalho em Guarulhos, num monumento fabril que, na verdade, perpetuará simbolicamente a memória de nossos pais queridos e inesquecíveis, e uma homenagem aos pioneiros que eles foram do atual progresso e grandeza guarulhense”[2]

A Cidade de Guarulhos é reconhecida atualmente por seu parque industrial, que conta com mais de 2500 indústrias. Este processo de industrialização se inicia a partir de 1915, quando foi instalada a primeira fábrica, a Cerâmica Paulista, de propriedade de Francisco Galvão Vasconcelos, e se desenvolveu “concomitantemente (...) à implantação da estrada de ferro e a ocupação do espaço aéreo para fins estratégicos militares” (FERNANDES; OLIVEIRA;QUEIROZ, 2008; p.106), se intensificando a partir da inauguração da Base Aérea de São Paulo/Cumbica (1945) e da abertura da Via Presidente Dutra (1951), tudo dentro do processo de crescimento implantado pelo Governo Federal. A inauguração da Fábrica da Olivetti, inclusive, teve a presença do Presidente Juscelino Kubitscheck.

 A residência da Família Saraceni, contextualiza historicamente a evolução da ocupação da área e mesmo do Município, por se tratar de uma das primeiras famílias a instalar uma fábrica em Guarulhos, importante centro industrial paulista.



Escrito por Lab.historia às 01h25
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                 CURSO DE HISTÓRIA

                 CONVIDA PARA A PALESTRA

“Guarulhos - História e Historiografia: Identidades, Territórios, Patrimônios Culturais, Meio Ambiente e Conflitos”

Com professor Dr. Carlos José Ferreira dos Santos 

Professor é Pós-Doutorando em História pela PUC-SP; Doutor pela Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da USP; Mestre em História pela PUC/SP; Autor dos Livros: “Identidades Urbanas e Globalização: constituição dos territórios em Guarulhos/SP” e “Nem Tudo Era Italiano - São Paulo e Pobreza na virado do século XIX-XX”; Professor da UESC-Universidade Estadual de Santa Cruz/Ilhéus/Bahia e Professor Licenciado das Faculdades de Guarulhos (FIG); Assessor de Pesquisa do Mackenzie; Organizador e Cordenador do Conselho do Patrimônio Cultural e do Arquivo Histórico de Guarulhos. Ex- Professor da Universidade Estadual de Londrina, UNESP-Marília e UniABC.

A Palestra ocorrerá no Auditório das Faculdades Integradas de Guarulhos
30/agosto (segunda-feira)
Rua Barão de Mauá, 95 – Centro de Guarulhos.
A partir das 19h30 – Entrada Franca.
Convide os amigos.

Laboratório de História - FIG      
http://lab-historiafg.zip.net/index.html



Escrito por Lab.historia às 12h42
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Ouros de Eldorado: Arte Pré-Hispânica da Colombia

de 29. de mai a 22. de ago 2010

 

A Pinacoteca do Estado de São Paulo apresenta a exposição Ouros de Eldorado: Arte Pré-Hispânica da Colômbia com 250 artefatos de ouro e 40 objetos arqueológicos de cerâmica e outros materiais que evidenciam a diversidade e as técnicas metalúrgicas criadas pelos antigos habitantes indígenas da região que hoje corresponde à Colômbia. Todas as obras integram o acervo do Museo del Oro del Banco de la Republica – Colômbia, a mais importante coleção do gênero no mundo. 

Segundo Marcia Arcuri, assessora cientifica da mostra, o ineditismo da exposição se dá por ela referenciar a diversidade étnica e cultural dos povos que ocuparam a antiga região da Colômbia e a importante relação estabelecida entre eles e tantos outros grupos indígenas das terras baixas da América do Sul, sobretudo as interações entre povos que ocuparam preteritamente a Amazônia Ocidental. 
 

A exposição divide-se em temas Gente Dourada / A Gente dourado e os animais fantásticos/ 
Animais Fantásticos / O homem animal / Abstração e natureza / O universo das formas / A metalurgia e as sociedades pré-hispânicas / A ourivesaria pré-hispânica da Colômbia / Martelamento / Fundição por cera perdida / Dourado por oxidação. Além disso, serão exibidos filmes que demonstram os diferentes processos de ourivesaria.

Saiba mais:  
pinacoteca/Upload/file/Release%20Eldorado.pdf



Escrito por Lab.historia às 16h12
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Guerra1
Titulo
Guerra2 



Entrada Franca:

Participação com certificado de 30 horas: R$10,00 (Comunidade USP)
e R$15,00 (Demais). O valor será recolhido no dia do evento.

Departamento de História (USP)

PROGRAMAÇÃO (AH: Anfiteatro de História – AG: Anfiteatro de Geografia)

28 de setembro (terça feira)

10h00. Conferência Inaugural: “GUERRA JUSTA” E CONSTITUCIONALISMO EUROPEU: Mario Fiorillo

(Università di Teramo) (AH)

14h00. A SEGUNDA GUERRA MUNDIAL E A AMÉRICA LATINA: Roney Cytrynowicz, Maria Helena

Capelato, Rodrigo Medina Zagni, Alfredo Salun (AH)

14h00. PAZ E VIOLÊNCIA NA IDADE MÉDIA: Marcelo Cândido da Silva, Neri de Barros Almeida, Maria

Cristina Pereira, André Pereira Miatello (AG)

17h00. GUERRAS NA ERA MODERNA E ESPAÇO MUNDIAL: Henrique Carneiro, Rodrigo Ricupero, Pedro

Puntoni, Marco Antonio Silveira (AH)

17h00 A GUERRA CIVIL AMERICANA E OS EUA DE HOJE: Leandro Karnal, Everaldo Andrade, Jorge

Grespan, Maria Helena P. T. Machado (AG)

19h30 GUERRAS PÓS-COLONIAIS NA ÁFRICA SUBSAARIANA: Kabenguelé Munanga, Raphael Bicudo,

Leila Hernandez, Marina Gusmão de Mendonça, Valério Arcary (AH)

19h30 GUERRA MUNDIAL E HOLOCAUSTO ATÔMICO NO JAPÃO: Takashi Morita [sobrevivente de

Hiroshima], Marcia Yumi Takeuchi, Nadia Saito, Fernanda Torres Magalhães (AG)

29 de setembro (quarta feira)

10h00 GUERRA FRIA E ECONOMIA ARMAMENTISTA: Gilson Dantas, Angelo Segrillo, Pablo Rieznik,

Joaquim Racy (AH)

10h00 CAPITALISMO AMERICANO E ECONOMIA DE GUERRA: Vitor Schincariol, Osvaldo Coggiola, José

Menezes Gomes, Eduardo Perillo, Luiz E. Simões de Souza (AG)

14h00. GUERRA, GEOGRAFIA, GEOPOLÍTICA: Leonel Itaussu A. Mello, Wanderley M. da Costa, André

Martin, Antonio Carlos Robert de Moraes (AH)

14h00. PAZ E GUERRA NO IMPÉRIO PORTUGUÊS: Ana Paula Torres Megiani, Márcia Berbel, Iris Kantor,

Vera Ferlini (AG)

17h00 GUERRAS MUNDIAIS E GENOCÍDIOS: Samuel Feldberg, Pietro Delallibera, Ania Cavalcante, Heitor

Loureiro (AH)

17h00 A GUERRA DO PARAGUAI E OS ESTADOS SUL-AMERICANOS: André Toral, José Aparecido

Rolón, Gilberto Maringoni, João Paulo Garrido Pimenta (AG)

19h30 GUERRA DE GUERRILHAS E DITADURA MILITAR NO BRASIL: Ivan Seixas, Carlos Eugenio

Clemente, Antonio Roberto Espinosa, Arthur Scavone, Wilson N. Barbosa (AH)

19h30 GUERRA E REVOLUÇÃO NA FRANÇA JACOBINA: Carlos Guilherme Mota, Priscila Correa, Miguel

Nanni, Modesto Florenzano (AG)

30 de setembro (quinta feira)

10h00 GUERRA E CINEMA: Marcos A. Silva, Wagner Pinheiro Pereira, Maurício Cardoso, Alexandre Hecker

(AH)

10h00 A GUERRA CIVIL ESPANHOLA: CLASSES, POLÍTICA, LITERATURA: Francisco Palomanes, Valeria

De Marco, Antonio Rago (AG)

14h00 GUERRAS DE LIBERTAÇÃO NACIONAL (África Portuguesa, Oriente Médio, África do Norte):

Lincoln Secco, Arlene Clemesha, Marcos Napolitano, José Arbex (AH)

14h00 GUERRA NOS BÁLCÃS E PARTIÇÃO DA IUGOSLÁVIA: Tibor Rabóczai, Zeljko Loparic, Aleksandar

Jovanovic, João Zanetic (AG)

17h00 GUERRA TENENTISTA E INSURREIÇÃO COMUNISTA NO BRASIL: Marly Gomes Vianna, Paulo

Cunha, Yuri Costa, Pedro Pomar (AH)

17h00 GUERRAS DE LIBERTAÇÃO NACIONAL (Vietnã e Indochina, China, Cuba): José R. Mao Jr, Sean

Purdy, Antonio Gouvea, Silvia Miskulin (AG)

19h30 GUERRAS DE HOJE, IMPERIALISMO, TERRORISMO: Jorge Altamira, Plínio de Arruda Sampaio Jr,

Paulo Arantes, Peter Demant (AH)

19h30 GUERRAS NA AMÉRICA DO SUL NO SÉCULO XIX: Manoel Fernandes Souza Neto, Airton

Cavenaghi, Márcio Bobik, Horacio Gutiérrez (AG)

Comissão Organizadora: Osvaldo Coggiola, Vera Ferlini (Cátedra Jaime Cortesão), Maria Cristina Cacciamali (Prolam-USP),

Jorge Grespan, Lincoln Secco, Rodrigo Ricupero. Inscrições: Cátedra Jaime Cortesão (30911511), Prolam-USP (30913589).

Inscrições por e-mail: www.fflch.usp.br/dh/guerra. Serão fornecidos certificados de freqüência (30 horas). Entrada Franca.

Inscrição: http://www.fflch.usp.br/dh/guerra/formulario_ouvinte.html



Escrito por Lab.historia às 16h07
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CINECLUBE ADAMASTOR APRESENTA: PROGRAMAÇÃO DE AGOSTO

PROJETO O QUE É CINEMA: CICLO "TRILHA SONORA"

O projeto tem como objetivo além de apresentar um bom filme ao espectador, buscar também uma discussão e entendimento do que é e comofuncionam os departamentos de criação responsáveis pela produção de um filme, como por exemplo, roteiro, direção de arte, edição, etc. Estemês o tema será a Trilha Sonora.

Serão exibidos os filmes:

07/08 sab. 16h - DURVAL DISCOS de Ana Muylaert (Brasil)

14/08 sab. 16h - PSICOSE de Alfred Hitchicock (E.U.A)

21/08 sab. 16h - CINEMA PARADISO de Giusepe Tornattore (Italia)

28/08 sab. 16h -  ACROSS THE UNIVERSE de Julie Taylor (E.U.A)

 

local: Cineclube Adamastor - Av. Monteiro Lobato, 734 - Macedo - Guarulhos 
informações: 2087-4171 - email: cineclube.adamastor@gmail.com /

Todas as exibições tem a ENTRADA FRANCA

                                                                                         Será fornecido declaração de participação para universitários e interessados. 

 

ATENÇÃO: NO MÊS DE AGOSTO NO CINECLUBE ADAMASTOR TAMBÉM COMEÇARÁ UMA OFICINA GRATUITA DE PRODUÇÃO DE VIDEOCLIPES 



Escrito por Lab.historia às 15h53
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Palestra Prof° Jorge Miklos

No dia 12 de junho, os professores Nelson Dutra  e Jorge Miklos  ministrarão a palestra "A depressão ultrarromântica na era do avatar",

abordando o rito de passagem da idade juvenil para a adulta, considerando-se o contexto do Romantismo e da Pós-Modernidade. O evento

ocorrerá no IME (Instituto de Matemática e Estatística da USP), na Cidade Universitária, das 8h40min às 10h, e será transmitido pela TV Web. 

A palestra faz parte do II Torneio Juvenil de Robótica e I Simpósio de Temas em Tecnologia e Currículo, que acontecerão, durante todo o dia 12,

no Departamento de Ciência da Computação da USP, no IME. 

Maiores detalhes sobre o evento estão disponíveis no site 

http://www.torneiojrobotica.com.br/ 

Para assistir à palestra é necessário fazer inscrição para a "Oficina da cidadania", no endereço 
http://festanostra.blogspot.com/



“Conheças todas as teorias, 
domine todas as técnicas, 
mas ao tocar uma alma humana, 
seja apenas outra alma humana”. 
(Carl Gustav Jung) 

http://www.cibercidadao.blogspot.com/ 



Escrito por Lab.historia às 17h56
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Oficina de cinema e quadrinhos.



Escrito por Lab.historia às 14h04
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Sobre as Monografias.

CURSO DE HISTÓRIA

ORIENTAÇÕES PARA A MONOGRAFIA DE FINAL CURSO (TCC)

 Responsável: Prof. Dr. Vagner Carvalheiro Porto

 1.      A monografia deverá ser desenvolvida individualmente.

 2.      Os alunos deverão, primeiramente, escolher seus temas e, juntamente com o professor-ministrante da disciplina de TCC, engajar seus projetos junto às linhas de pesquisa coordenadas pelos professores-orientadores. As linhas de pesquisa e professores-orientadores estão divididos da seguinte maneira:

- História da Educação, Didática e Currículo (Prof. Fernando Kawahara Isao);

- Ensino de História (Prof. Marco Antonio e Maria de Loudes di Siervi);

- História Política e dos Movimentos Sociais (Profa. Marcia Ciscati);

- História Antiga (Prof. Vagner Porto; Prof. Jorge Miklos);

- História Medieval – Cultura Religiosa (Prof. Emmanuel);

- História Moderna (Prof. Paulo Alves Jr.);

-  História Social e História Cultural (Prof. Marco Antonio e Profa. Márcia Ciscati);

- História Contemporânea (Prof . Marco Antonio e Prof. Paulo Alves Jr.)

- História Local e Regional (Prof. André Figueiredo, Prof  Paulo Alves Jr.);

- História da Arte (Prof. Acácio Arouche);

- História da América e Cultura Material (Profa. Márcia Arcuri);

- Sociedades Indígenas (Profa. Márcia Arcuri)

- Brasil colônia (Prof. Márcia Ciscati, Prof. Marinalda)

- Brasil séc. XIX – XXI (Prof. Márcia Ciscati, Prof. Marinalda)

 - História da África e cultura afro-brasileira (Prof. Marco Antonio e Prof. Marinalda)

3.      A extensão da monografia deve se aproximar de uma média entre 25 e 30 páginas (conteúdo);

 

4.      As referências bibliográficas, citações de textos de outros autores e das fontes, bem como as notas de rodapé devem seguir os padrões ditados pela Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT). Tais padronizações, bem como outras questões técnicas e de método serão trabalhadas durante o curso de TCC, sob orientação do prof Vagner Carvalheiro Porto.

 

 

5.      O trabalho deve ser paginado, encadernado (capa de plástico e espiral lateral) e apresentado em folha A4 para banca, espaço um e meio, letra Times New Roman, tamanho 12. (a padronização da capa será passada no curso de TCC)

 

6.      Além da cópia impressa, é também imprescindível a entrega de uma cópia em disquete, para uma eventual e futura publicação dos trabalhos por parte da Faculdade.

 

 

7.      As ilustrações serão permitidas nas monografias, desde que haja a finalidade explícita de análise das mesmas (ex:. trabalhos de análise iconográfica), e não para mero efeito "decorativo" do texto;

     8.      A monografia, quando concluída, deverá contemplar os seguintes aspectos:

 

* Identificação (nome do aluno, da instituição, da disciplina, título do trabalho, data etc.)

 * Agradecimentos (opcional)

 * Índice

 * Introdução (apresentação e justificativa do tema explicitando sua relevância, recortes temporais e espaciais, apresentação da

problemática a ser desenvolvida, apresentação das fontes históricas selecionadas etc.)

 * Desenvolvimento das questões e dos problemas a partir da leitura interna das fontes

 * Confrontos e/ou aproximações entre as fontes e a bibliografia selecionada

 * Posicionamento crítico e teórico frente à bibliografia

  * Considerações finais

  * Bibliografia

  * Fontes

   * Anexos (se for o caso).

 

 Bibliografia

 FIGUEIREDO, A. F. . Como elaborar citações e notas de rodapé. 5a. São Paulo, Humanitas, 2009. v. 1, 74p.

FIGUEIREDO, A. F. . Como elaborar referência bibliográfica. 7a. São Paulo, Humanitas, 2008. v. 1,100p.

FIGUEIREDO, A. F. . Como elaborar e apresentar monografias. 3a. São Paulo, Humanitas, 2008. v. 1, 94p.



Escrito por Lab.historia às 13h57
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Professor André no Programa do Jô Soares!

No dia 14 de maio foi ao ar o programa do Jô Soares em que o professor Andre Figueiredo Rodrigues, lançou o teu mais novo livro "A Fortuna dos Inconfidentes"; trabalho este que foi resultado de uma intensa pesquisa para obtenção do titulo de doutor pela Universidade de São Paulo.

O programa foi repleto de perguntas, inteligentes e perspicazes a respeito do livro e do processo de inconfidência mineira e seus atuantes no mesmo. Recomendado e elogiado pelo apresentador do programa, que se mostrou interressado e entusiasmado com o tema trabalhado pelo autor e sua metodologia de pesquisa.

Para quem não teve a oportunidade de ver a exibição deste, quando foi ao ar pela emissora globo, fica aqui os links da gravação pelo youtube: 

http://www.youtube.com/watch?v=e9VDVVvEkg8 (parte 1/5)

http://www.youtube.com/watch?v=UAESNj92lZE (parte 2/5)

http://www.youtube.com/watch?v=UvcTw0CvqDc (parte 3/5)

http://www.youtube.com/watch?v=9_vXUF1Dg9I&feature=watch_response (parte 4/5)

http://www.youtube.com/watch?v=szLoQ6SBBL8&feature=watch_response (parte 5/5)

 



Escrito por Lab.historia às 13h52
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sábado, 10 de abril de 2010
 
 
Estrela DIRETOR DE REDAÇÃO: OTAVIO FRIAS FILHOANO 90 Estrela Nº 29.592 
 

VITRINE
 
NÃO-FICÇÃO
 
História

A Fortuna dos Inconfidentes 
ANDRÉ FIGUEIREDO RODRIGUES


  
SOBRE O AUTOR: Doutor em história social pela USP, é professor nas Faculdades Garulhos e no Centro Universitário Ibero-Americano/Anhanguera Educacional. É autor de "O Clero e a Conjuração Mineira", entre outros.

TEMA: Ao investigar a origem da fortuna dos inconfidentes mineiros e o destino de seus bens após a devassa, o livro revela os métodos utilizados pelas famílias dos integrantes do movimento, como as de Aires Gomes e Alvarenga Peixoto, para preservar seus patrimônios e lesar a coroa portuguesa.

POR QUE LER: André Figueiredo Rodrigues descobriu documentos inéditos que mostram dados da vida material e das estruturas econômicas e sociais nas quais estavam inseridos os conjurados, formando um novo painel sobre a Inconfidência Mineira, um dos episódios mais emblemáticos da historiografia nacional.

Editora: Globo; Quanto: R$ 59,90 (320 págs.)

 
 

 

 



Escrito por Lab.historia às 16h25
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CURSO DE EXTENSÃO UNIVERSITÁRIA

 

   µ

 
OLHAR O MUNDO COM UM OLHO SÓ

 

 

Profissional responsável: Prof. Acácio Arouche

de Aquino, educador, desenhista industrial e artista plástico especialista em Estudos de Museu de Arte.

 

Objetivos: O curso propõe encontros para a discussão da formação do olhar contemporâneo a partir do olhar da perspectiva e da fotografia, e de como isso resulta na forma de representação do mundo contemporâneo. O curso prevê aulas teóricas e aulas práticas, envolvendo construção de caixa preta (fotografia), momentos para fotografar e construção de portfolio fotográfico.

 

Conteúdo Programático: O Olhar contemporâneo; O olhar fotográfico; Idade Média – formação da perspectiva; Renascimento (princípio da máquina fotográfica e perspectiva); Modernismo – surgimento da fotografia e Impressionismo (aspectos estéticos e artísticos e etc.).

 

Carga horária: 40 h

 

Datas e horário: 27/03, 8, 15, 22 e 29/04, 5, 12, 19 e 26/06/2010 das 9h às 12h

 

Público-Alvo :  Estudantes universitários, educadores, demais interessados.

 

Valor: R$ 70,00 para alunos e ex-alunos das Faculdades de Guarulhos e R$ 140,00 para demais interessados, em 2 vezes.

 

Informações: Com Profa. Carla Mirella Mastrobuono, Coordenadora de Pós-graduação, Pesquisa e Extensão, às 2as e 3as feiras das 14h15 às 18h15 e 4as e 5as das 13h30 às 22h30.

 

Inscrições: Com Fátima, de 2ª a 6ª feiras das 13h às 17h e das 18h às 22h e aos sábados das 8h às 12h, na Clínica Psicológica das Faculdades Guarulhos à Rua Barão de Mauá 134, até 25/03/2010.

 



Escrito por Lab.historia às 01h29
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